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Cesta básica dos funcionários aguarda doações até 20/12

9 Dez

Ainda faltam itens nas cestas! Todas as turmas receberam comunicado indicando o mantimento referente ao ano (veja relação abaixo). Pode ser que o aluno não tenha feito o bilhete chegar aos pais / responsáveis.

Divulgue a informação no(s) grupo(s) do seu ano/turma e peça para que a entrega seja feita na Copa, ao lado dos banheiros, ATÉ O DIA 20/12 (último dia da rematrícula para alunos aprovados).

Participe! Vamos completar as cestas e desejar Feliz Natal aos funcionários do CAp que estão no colégio o ano todo com nossos filhos! 

Atenção: turma 11 corresponde ao 1º ano EF; turma 12 ao 2º ano EF e na sequência.

Turmas/Mantimentos

11 –  02 las de leite condensado

12- 02 latas de creme de leite

13 – 500 gr maionese

14 – 1 lata de azeite

15 – 500 grs de azeitona

16 – 1 lata de milho  + 1 lata de ervilha

17 – 2 kg de arroz

18 – 2 kg de feijão

19 – 2 latas de óleo

21 – 2 kg de açúcar

22 A e B – 2 pacotes de macarrão

22 C e D – 1 lata de doce em calda

23 – 1 lata de doce em calda

Rematrícula dos aprovados acontece em dezembro!

1 Dez

O período de rematrícula para os estudantes que não ficaram em recuperação será nos dias 14, 15, 16, 19 e 20 de dezembro de 2016, das 10 às 14h, no colégio.

No ato da rematrícula as famílias devem devolver os livros didáticos usados durante o ano – alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio – , entregar cinco fotos 3 X 4 e o comprovante de “nada consta” da Biblioteca.

Fonte: Registro Acadêmico do CAp UFRJ

Pais têm lugar na caravana da ADUFRJ contra a PEC 55

21 Nov

A ADUFRJ acolheu o pedido dos pais manifesto durante a roda de conversa no último dia 11/11, no CAp, e disponibilizou até 10 lugares para os representantes das famílias que quiserem integrar a caravana que vai a Brasília se opor à aprovação da PEC 55 no Senado. A votação está marcada para acontecer no próximo dia 29/11 (terça-feira).

A caravana sairá no domingo de manhã, dia 27, com professores, técnico-administrativos e estudantes, e oferecerá ajuda financeira de R$ 500,00 (quinhentos reais) para ser usada para hospedagem e alimentação.

Os interessados devem confirmar a presença até dia 23, pelo email: secretaria@adufrj.org.br

 

 

 

 

Docentes divulgam agenda de paralisação em 25/11

21 Nov

Dando continuidade à agenda de mobilização aprovada em Assembléia Geral dos docentes da UFRJ, ocorrida em 08 de novembro de 2016, faremos outra paralisação nesta sexta-feira, dia 25 de novembro, dia Nacional de Lutas contra a PEC 55 (antiga 241).

Neste dia, acontecerá a Universidade na Praça, mobilização de toda a UFRJ, na Cinelândia, a partir das 10hs. Haverá atividades ao longo de todo o dia e os docentes do Colégio de Aplicação, participarão com as seguintes atividades:

14h- 15h30 – Roda de conversa sobre a MP 746  (Reforma do Ensino Médio)

15h30 – 17hs – Oficinas de poesia, fotografia e contação de histórias

17hs – Finalização com cortejo de pernaltas e concentração para o ato.

Neste dia as atividades acadêmicas serão suspensas.

Circular com estas informações será remetida às famílias.

Famílias participam da mobilização no CAp

13 Nov

Na manhã desta sexta, 11, os professores do CAp UFRJ receberam alunos, famílias, técnicos e licenciandos para uma roda de conversa sobre a PEC 241 – agora PEC 55, no Senado –  que limita investimentos em Educação e Saúde, de acordo com a inflação; e a MP 746, que trata da Reforma do Ensino Médio. As centrais sindicais marcaram o dia de Paralisação Nacional contra a retirada de direitos dos trabalhadores, e os professores da UFRJ votaram por paralisação com mobilização. No CAp além da roda de conversa aconteceu oficina de cartaz, intervenção artística no muro do colégio e criação coletiva de performance teatral para apresentação no ato público da categoria que aconteceu no começo da noite, no Centro da cidade. Todas as atividades foram programadas pela representação sindical da unidade.

A roda de conversa contou com a participação de professores e alunos da UFRJ, representantes da ANDES (central sindical da ADUFRJ, sindicato dos professores da UFRJ), além de professor do Colégio Pedro II, campus Realengo, e de aluno da unidade que está Ocupada pelos estudantes.  O encontro começou com a fala da representante do sindicato dos professores que apresentou dados de pesquisa e mostrou-se muito preocupada com as consequências da PEC para o futuro da Educação no país. O professor do Colégio Pedro II também se posicionou contrário à PEC. Em seguida, foi a vez da aluna do colégio, que também é uma IFES, como o CAp, expor os detalhes e a motivação da Ocupação realizada pelos alunos do campus Realengo.

Entre os pais, muitos se manifestaram contrários a qualquer tipo de paralisação de aulas, greve ou ocupação do colégio pelos alunos. Alguns, porém, declararam confiança na capacidade dos alunos de decidirem qual a melhor forma de se manifestarem.

Como os temas eram muito polêmicos e o tempo para o debate foi curto, pais sugeriram que sejam marcados outros encontros para debate sobre cada um dos tópicos levantados no evento: PEC 55 e Reforma Ensino Médio por Medida Provisória. O objetivo é abordar detalhes de cada proposta governamental, trazendo posições de apoio, contrárias e comentários que esclareçam aspectos técnicos sobre as questões que mobilizam a UFRJ e a sociedade em geral.

Após a roda de conversa foi realizada oficina com alunos para confecção de cartazes, que serão usados nas mobilizações já programadas. Pais e mães com filhos nos anos iniciais também participaram das atividades.

A próxima paralisação acontecerá em 25/11.

APACAp acompanha mobilização na UFRJ

9 Nov

A três semanas do fim do ano letivo, a APACAp acompanha de perto as ações sindicais dos professores e professoras do CAp-UFRJ bem como as atividades estudantis marcadas para esta sexta-feira, dia 11/11.

Após receber contatos de pais, mães e responsáveis, a direção da APACAp esteve  nesta terça-feira (8/11) no CAP para levar  à Direção Geral a preocupação das famílias com a possibilidade de interrupção do ano letivo, e apurar as consequências da paralisação das aulas, notificada via agenda dos alunos dos dois turnos. Foi feito contato também com o Grêmio com o intuito de esclarecer e posteriormente divulgar o que vem sendo programado no colégio para os próximos dias.

Do colégio, obteve a informação de mobilização na sexta, dia 11, entre 9h e 13h. O evento, aberto à participação de alunos, pais e responsáveis por alunos do CAp, tem por objetivo discutir a PEC 241 e a MP da Reforma do Ensino Médio. A APACAp recebeu via email a agenda da mobilização remetida e assinada pela representação sindical do colégio (anexo).

Ainda nesta visita, foi feito contato com o Grêmio escolar, que informou não ter definida ação para tratar dos assuntos PEC e MP, e que só o fará após encontro dos demais alunos do Ensino Médio, na próxima quinta-feira, 10/11, no fim do turno da manhã. Conforme relato dos alunos, não há nada definido.

No desenrolar do dia, houve assembleia da ADUFRJ, que por maioria dos votos dos professores decidiu pelo não indicativo de greve. Foi aprovada a paralisação com mobilização nos dias 11 e 25 de novembro.

A APACAp  segue com o intuito de mediar o encontro entres os diversos membros da família capiana, através de informações claras e corretas. Com este mote, convidamos os pais e responsáveis pelos alunos do CAp UFRJ a comparecerem ao colégio nesta sexta-feira para ouvir, expor e debater sobre os temas que mobilizam a UFRJ.

Para qualquer outro esclarecimento, entrem em contato através do nosso e-mail APACAp@outlook.com.

Abaixo, a íntegra do comunicado enviado pela representação sindical do CAp.

Caros diretores da APACAp,

Gostaríamos de informar que nós, professoras e professores do Colégio de Aplicação, em reunião sindical de unidade, ocorrida no dia 4 de novembro, deliberamos por aderir ao dia de Paralisação Nacional contra a retirada de direitos dos trabalhadores – 11 de novembro – em especial contra a PEC 241 (agora PEC 55), que atualmente tramita no Senado, e contra a MP 746, que trata da Reforma do Ensino Médio.

Avaliamos como urgente a necessidade de ação frente aos ataques sucessivos que o serviço público vem sofrendo, como ameaças de cortes nos gastos públicos por 20 anos – o que agravaria o sucateamento e a precarização da Educação – além da própria relativização de direitos historicamente conquistados pelos trabalhadores, como o direito de greve.

 Dessa forma, buscando aprofundar o debate sobre a conjuntura política atual com toda a comunidade escolar, faremos uma Paralisação com mobilização pela parte da manhã, para que possamos ir ao ato à tarde. As atividades acadêmicas serão suspensas neste dia 11 de novembro, e faremos as seguintes atividades:

9h -11h: Roda de conversa com professores, estudantes e responsáveis sobre a PEC 241 e suas consequências para a Educação Pública.

11h- 13h: Oficinas de confecção de cartazes, lambe-lambes, cenas teatrais com vistas a dar visibilidade à mobilização.

Convidamos todas e todos a participar e construir juntos a luta pela Educação Pública, gratuita e de qualidade!

Ressaltamos que as atividades foram pensadas para toda a comunidade escolar, porém entendemos que os estudantes do EF I que vierem participar das atividades precisam estar acompanhados de um responsável.

Viemos através deste email reforçar o desejo de ampliar o debate e o diálogo com os responsáveis e convidar a APACAp a estar presente neste dia. Além disso, gostaríamos de contar com a APACAp na divulgação das atividades, incentivando a participação. Serão todos bem-vindos! 

Cordialmente,

Anna Thereza e Maria Coelho (representantes do conselho sindical)

Nota sobre furtos e a presença da Segurança da UFRJ no CAp

2 Jul

NOTA DE ESCLARECIMENTO À COMUNIDADE CAPIANA

Sobre o episódio que levou a presença de agentes da Segurança Institucional da Prefeitura da UFRJ ao colégio, em 30/06/2016, a APACAp conversou com a Direção Geral do colégio que através do comunicado abaixo vem esclarecer os fatos ocorridos.

Qualquer informação contrária ao exposto abaixo não confere com o relato da direção do CAp. Pedimos a todas as famílias, alunos, professores, técnicos, funcionários terceirizados, licenciandos e demais amigos do CAp UFRJ que leiam esta nota que sejam multiplicadores desta mensagem, como forma de esclarecer e defender nosso colégio, não pela negação de problemas, mas pela clareza das informações prestadas.

A APACAp apresenta perante a Direção Geral do colégio a intranquilidade das famílias que estão preocupadas com a repetição de episódios de furto e desaparecimento de pertences dos alunos no colégio. Buscar dialogar sobre tais episódios, entender as alternativas de enfrentamento adotadas pelo colégio, além daquelas experimentadas por outras instituições de ensino, são as melhores ações a se adotar diante de uma realidade que não é exclusiva do CAp UFRJ.

Aproveitamos a oportunidade para registrar que no próximo dia 07 de julho, às 18h30, acontecerá no auditório do CAp UFRJ o evento da série Tecendo Diálogos, que terá como tema: “Questões de ética e delicadeza – O FURTO NA ESCOLA – desafios e enfrentamentos”. Venha debater em comunidade. Divulgue este evento, reserve sua agenda e compareça!

Segue abaixo, a íntegra da nota da direção do CAp:

Prezados/as,

Considerando as informações desencontradas que vêm circulando, informamos que:

1) No dia 30 de junho, quinta-feira, os/as estudantes da turma 22 D (segundo ano do Ensino Médio) ao retornarem para a sala de aula, após atividade externa de francês, encontraram parte das mochilas da turma abertas – especificamente, 15 mochilas;

2) Destas 15 mochilas que foram encontradas abertas, em cinco delas verificou-se a ausência dos seguintes pertences: dinheiro, no total de R$ 128,00 (sendo R$ 50,00 provenientes da venda de rifas para a festa julina), e uma carteira de identidade;

3) A carteira de identidade foi encontrada no banheiro do segundo andar.

A Direção Geral, após conversar com a turma, comunicou o ocorrido à Divisão de Segurança da UFRJ / DISEG – que fez uma visita à escola no mesmo dia – e, em conjunto com a mesma, está encaminhando as medidas cabíveis que serão informadas à comunidade escolar oportunamente.

Att.,

Cristina Miranda e Graça Reis
Direção Geral
Colégio de Aplicação da UFRJ
tel/fax: (21) 2511 5338
http://www.cap.ufrj.br

Docentes do CAp confirmam greve e negam pedido de excepcionalidade integral

7 Jul

Na reunião da unidade realizada nesta segunda-feira, 6/7, os professores rejeitaram o pedido de excepcionalidade feito pelas famílias para garantir a continuidade das aulas no colégio, para todos os anos, durante a greve de docentes da UFRJ. Apenas o terceiro ano do ensino médio teve as suas atividades preservadas, fato que já ocorrera em greve anterior.

Em votação apertada, precedida por uma reunião de mais de 4 horas com direito a fala e observação dos pais, a não excepcionalidade ganhou por diferença de 10 votos, sendo 32 contra o pedido de excepcionalidade integral, 22 a favor e quatro abstenções.

Apenas os alunos do 3º ano do EM continuam em aula.  Para as demais turmas as aulas estão suspensas.

O CAp UFRJ inicia a terceira greve em cinco anos, sendo as duas últimas em 2011 e 2012.

Foi a primeira vez que os pais puderam participar de uma assembleia de professores do CAp. Abaixo registramos alguns argumentos dos professores contra e a favor da excepcionalidade pedida pelos pais:

Argumentos a favor do pedido de excepcionalidade:

– Positivo engajamento dos pais em defesa da pauta dos docentes;
– Perspectiva de articulação com os pais para extrair mais conquistas;
– Prejuízo pedagógico de sucessivas greves no Cap UFRJ;
– Suspensão da recuperação paralela;
– Divisão da universidade em relação à greve 2015 permite a defesa da excepcionalidade;
– Reposição no CAp UFRJ é dura, longa e traz transtorno ao calendário;
– Em 2012, o então presidente da ADUFRJ, Mauro Iasi, também admitiu a excepcionalidade do CAp na greve de docentes da UFRJ;
– Situação desigual dos alunos do CAp;
– Reposição aos sábados pode ser ruim para parte das famílias;
– Greve começou mal, com pauta pouco clara e carece de avaliação política. Deve-se discutir estratégia, prática, porque há o risco de se entrar num “poço sem fundo”;
– A prudência indica a necessidade de se fechar o 1º semestre;
– Necessidade de construção de luta coletiva;
– A excepcionalidade do CAp não é inédita. (Não citou quando, nem se para todos os anos);
– A excepcionalidade não representa o embate entre política e conteúdo. Até porque o concurso para professor do CAp é dificílimo e exige muito conteúdo. Ambos são importantes e partes do trabalho docente. Esta contradição não existe.
– UFRJ esta rachada. CAp UFRJ esta rachado. A excepcionalidade no CAp pode construir o consenso.
– Aumento do risco de jubilação de alunos que apresentam deficiência acumulada pela má absorção de conteúdo em outros anos;
– Não há clareza sobre como vai se sair da greve.

Argumentos contra o pedido de excepcionalidade:

– Greve dos servidores traz insegurança às crianças e excepcionalidade exigiria compromisso dos professores para estar presentes no recreio e corredores durante as atividades;
– Excepcionalidade encobre vontade de não fazer greve. Docente que não desejava a greve deveria ter ido votar na assembléia geral no Fundão, em 3/7;
– Defesa do direito de greve;
– Impossibilidade de conciliar a excepcionalidade da greve no CAp com as atividade de greve que são importantes para o sucesso do movimento;
– Excepcionalidade é precedente que abre para futuras greves;
-Pais dizem que apoiam professores, porém entram no MPF pelos 200 dias com relação aos terceirizados;
– A importância do CAp UFRJ na discussão da valorização da Educação Básica e da adesão à greve como prova de força deste segmento docente;
– O novo reitor da UFRJ, Roberto Leher, precisa dessa greve forte;
– A falta de consenso na greve sempre existiu e não é justificativa para acatar pedido de excepcionalidade;
– Discorda que houve prejuízos para os alunos nas greves de 2011 e 2012 porque o CAp, a partir daquelas paralisações, reduziu o número de professores contratados que era de 60%.
– A greve é contra a precarização no CAp, onde não há telefone, faltam técnicos administrativos etc. Denuncia que o MEC cortou o repasse de verba de merenda para o CAp UFRJ e a direção está arcando com a despesa para garantir a alimentação das crianças e jovens;

Obs.:

– A excepcionalidade para o 3º ano EM foi consenso entre todos os professores do ano. O argumento defendido foi que desconsiderar o calendário de provas para acesso às universidades iria impor prejuízo irremediável aos alunos que estão concluindo o Ensino Médio.

– Foi comentada a divergência de opinião dos professores do CAp UFRJ em relação à tese da excepcionalidade, já cogitada por eles antes do pedido formal dos pais, e o impacto que este “racha” provoca na convivência diária na escola. O clima de discordância pode gerar mal estar entre os docentes com visões antagônicas;

– Tipos de excepcionalidades citadas: turnos mais curtos; dias de aulas alternados; atividades para casa; fechar o semestre; construir calendário alternativo a partir de agosto; promover outra reunião sobre o que é excepcionalidade para informar melhor os docentes e avançar no debate sobre o tema.

Direção Geral garante clareza na comunicação às famílias

29 Jun
Colegas docentes e técnicos, alunos e familiares,
 
Face ao exposto em carta da APACAp sobre a assinatura genérica que vem sendo registrada nas últimas notas sindicais docentes até agora emitidas e que acabam gerando questionamentos no sentido contrário daquilo que tentamos defender, e porque sempre prezamos pela lisura de nossos atos democráticos constituídos respeitosamente em 67 anos de existência, esta direção vem esclarecer que, a partir da assembleia de unidade de hoje, dia 29/06/15 (2ªf), caso haja informes sindicais que não sejam assinados apropriadamente como “representação de unidade – ADUFRJ” , “conselho de representantes – ADUFRJ” ou “comando local de greve – ADUFRJ” – tais notas e/ou cartazes serão substituídos por informes administrativos assinados por esta direção. Fica assegurado o direito do movimento sindical à ampla divulgação de seus informes, mas em veículo, local e horário adequados à não interrupção das atividades pedagógicas.
O que estamos vivenciando nesta escola nas últimos semanas vem atentando contra o princípio de transparência das informações que levamos anos construindo no serviço público e nesta instituição em particular; e exatamente porque no CAP, neste momento, nos encontramos no entrelugar de uma greve deflagrada na UFRJ, mas não vivida na íntegra pelo seu professorado, este tensionamento entre o administrativo e o sindical demanda a necessária divulgação deste esclarecimento público.

Agradecemos e contamos com a colaboração de todos.
Maria Luiza Rocha
Diretora Geral