Professores da UFRJ aderem à greve nacional

21 Jun

Os professores da UFRJ, reunidos em Assembleia Geral convocada pela Adufrj-SSind na Escola de Música, aprovaram na sexta-feira (dia 19) a adesão à greve nacional dos professores federais a partir de 23 de junho.

Na votação, que contou com a participação de docentes não sindicalizados, foram contabilizados 193 favoráveis e 167 contrários à greve.

Até o momento ainda não sabemos informar se os professores do Colégio de Aplicação acompanharão a decisão da Assembleia. Provavelmente, nos próximos dias eles deverão se reunir para deliberar se paralisarão ou não as atividades docentes do CAp.

Como já foi pedido anteriormente na Carta Aberta da APACAp, “A comunidade de mães, pais, responsáveis e alunos do CAp reafirma aqui o seu compromisso na luta pela valorização da educação pública e por condições dignas de trabalho para docentes e servidores técnico-administrativos e de estudo para os alunos. Mas ao mesmo tempo, aqui estamos para pedir-lhes que considerem também as necessidades e vulnerabilidades das crianças e adolescentes do CAp, principalmente em tempos de greve, sendo oportuno refletir sobre a adoção de estratégias para redução de danos e proteção aos mais fragilizados.

Uma resposta to “Professores da UFRJ aderem à greve nacional”

  1. Antonio Carlos Benício 21 de Junho de 2015 às 22:05 #

    Infelizmente esse é o retrato de um sindicalismos retrógrado e cuja Assembléia não exprime nenhuma representatividade. Considerando o Universo de Professores Universitários. Liderança sindicais irresponsáveis e que causam prejuízo a própria categoria profissional que representam. A Sociedade Brasileira não tolera mais greves infundadas no serviço público e que são férias remuneradas e onde os grevistas nenhuma punição sofrem e onde infelizmente alunos apoiam, a exceção do CAP/UFRJ, onde essa greve não contará, provavelmente com o apoio dos pais dos alunos que ali estudam. Fazem greve em um momento em que a economia do País parou e o nosso crescimento é negativo. Funcionários perdem empregos e empresas fecham as portas, assoladas com uma carga tributária extorsiva e uma legislação trabalhista arcaica e os Governos que vivem da cobrança desses impostos, com a queda nessa arrecadação, ainda se vem tendo que bancar aumentos indiretos de algumas categorias de servidores públicos, como auxilio moradia e auxilio creche para Juízes e Membros do Ministério Público. Banalizou-se a greve. Tudo é motivo para greve no serviço público e assim o serviço público vai morrendo provando do seu próprio veneno.

    ANTONIO CARLOS BENÍCIO
    OAB-RJ-85178

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